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ECONOMIA

Bancos terão de reforçar FGC após fraude no Master

Fraude no Banco Master deve levar grandes bancos a reforçar o Fundo Garantidor de Crédito; aportes podem ficar entre R$ 3 bi e R$ 4 bi por instituição, com estimativas maiores em alguns cenários.
Brasília (DF) 03/12/2025 - Ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, durante lançamento do Plano de Ação Conjunto para o Combate a Fraudes Bancárias Digitais.
Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

Os principais bancos do país podem ter de desembolsar entre R$ 3 bilhões e R$ 4 bilhões cada para recompor o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) após a fraude no Banco Master. Itaú, Bradesco, Santander, Banco do Brasil e Caixa estão entre as instituições citadas como as mais impactadas.

O FGC começou ontem a restituir investidores até o limite coberto pelo mecanismo de garantia. A etapa seguinte, porém, será reconstituir o caixa do fundo, o que deve exigir uma antecipação de contribuições e aumento do percentual pago pelas instituições participantes.

Estimativas mencionadas no mercado apontam que o reforço pode chegar a valores superiores, com projeções de até R$ 6 bilhões por banco em alguns cenários. O rombo total associado ao episódio pode alcançar R$ 50 bilhões.

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Como Banco do Brasil e Caixa são estatais, parte do esforço de recomposição poderá envolver recursos de instituições públicas, por meio das contribuições ao fundo.

Fonte: O Globo

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